terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Mais um ano se passou...

Este foi um ano de muito trabalho, compromissos com a população e com o diretório do partido do qual sou presidente, o PRTB-RJ (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro). Foi um ano positivo, de conquistas. E eu quero mais em 2011. Mais dedicação ao partido, mais foco em ações que visem cada vez mais à melhoria da qualidade de vida dos cidadãos do Rio, sobretudo da Ilha do Governador, bairro com o qual tenho uma história de tradição e diálogo com pessoas de todas as classes sociais.

Mais parcerias para levar adiante meus projetos que visam a áreas importantes, como a saúde e a sustentabilidade. Uma de minhas principais bandeiras é investir no potencial de atendimento do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, na Ilha do Fundão, por meio do Projeto do Centro de Politraumatizados e Hospital Mundial de Clínicas do Rio de Janeiro. Essa iniciativa está em sintonia com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Finalizo as postagens de 2010 deste blog desejando a todos os meus amigos, parceiros de trabalho e familiares uma passagem de ano com muito amor, paz, saúde, esperança e alegrias. Feliz vida nova, feliz 2011!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Um forte abraço e muito obrigado

Amigos,

Independentemente do resultado nas urnas no próximo domingo, quero agradecer a todos pelo carinho em receber minhas mensagens, pela troca de ideias e pelo grande número de acessos ao meu site.

Estou tranquilo e tenho certeza de que toda a nossa equipe está satisfeita com o trabalho que realizou. Fizemos uma campanha limpa, sempre respeitando nossos eleitores e internautas. As campanhas eleitorais se transformam em grande experiência e sempre contribuem muito para a evolução do nosso sistema democrático.

Mais uma vez, obrigado a todos. Que Deus ilumine o nosso caminho e que possamos colocar em prática todos os projetos que temos em âmbito federal.

Um forte abraço!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Vamos reciclar o óleo de cozinha

Sempre faço questão de lembrar que a soluções para as questões ambientais não dependem só de medidas governamentais, mas de pequenas atitudes de cada um de nós no dia a dia, como separar o nosso lixo doméstico e evitar o uso de sacolas plásticas nos supermercados. Porém, podemos fazer muito mais, como por exemplo, descartar de forma adequada o óleo que utilizamos na cozinha da nossa casa.

Dados apontam que um litro de óleo é o bastante para contaminar 1 milhão de litros de água. Despejado no solo, o líquido pode impermeabilizá-lo, o que contribui para enchentes e alagamentos. E, em decomposição, libera gás metano, que, além de ter mau cheiro, agrava o efeito estufa. Para evitar o trabalho de descarte adequado, muitos estabelecimentos reaproveitam óleo na fritura, mas, isso também não é solução, já que representa risco para a saúde. Por outro lado, o óleo vegetal é uma matéria prima que não pode e nem deve ser desperdiçada. Ele remunera em cerca de R$ 1 por litro, um grande atrativo para catadores como alternativa de geração de renda.

O Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal (Prove), lançado no final de 2007 pela Secretaria de Estado do Ambiente, está preparando uma série de ações de conscientização da população do Rio de Janeiro sobre a importância de não se descartar o óleo de cozinha no meio ambiente. Uma excelente iniciativa! Em breve, condomínios irão receber material impresso detalhado sobre os prejuízos causados à natureza pelo óleo jogado no vaso sanitário, na pia, direto nos bueiros, no solo, nos córregos ou misturado ao lixo; sobre o mal que pode causar à saúde e sobre os benefícios de sua reciclagem. Em vez de entupir ralos, tubulações e os esgotos da cidade, esse material pode voltar ao uso doméstico em forma de sabão, ou até mesmo ser usado na produção de biodiesel, detergente, glicerina e ração para animais.

Vamos colaborar! Vamos abraçar mais essa causa e contribuir para salvar o planeta, garantindo assim uma cidade, um país, um mundo melhor para as futuras gerações. Basta que façamos a nossa parte.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A importância do consumo consciente

Boas novas tomam conta das gôndolas dos supermercados. De olho na sustentabilidade – e principalmente, é claro, na redução de custos – algumas empresas vêm diminuindo o tamanho das embalagens de seus produtos. Acho que todos nós consumidores devemos não só comemorar essa tendência mas, principalmente, começar a migrar das grandes embalagens, que ainda estão no mercado, para as embalagens menores.

De acordo com dados do Instituto Akatu, apenas 37% dos consumidores brasileiros afirmam preferir comprar produtos ambientalmente responsáveis. Somado isso ao fato de que as empresas ainda encontram dificuldades em comunicar a esse mesmo consumidor os ganhos ambientais das novas embalagens, essa iniciativa pode não surtir os efeitos desejado. Uma pena!

Precisamos ter a consciência de que qualquer atitude, por menor que possa parecer, pode contribuir para o futuro do planeta. Uma embalagem menor, para quem ainda não sabe, significa menos consumo de matéria prima e de energia na produção, além de menos resíduos no meio ambiente. Infelizmente, por falha na comunicação, as embalagens não dizem nada sobre isso.

Só para exemplificar, uma empresa lançou recentemente uma marca de amaciante de roupas em embalagem menor. Mais concentrado, o produto, que vinha em embalagem de dois litros, é agora encontrado em uma versão de 500 ml. Segundo a própria empresa, houve 37 % de redução no consumo de plástico e 37 % de redução da quantidade de resíduos sólidos. Para o transporte dessas embalagens, foram usados 63% a menos de papelão nas caixas e 67% a menos de pallets (estrado de madeira, metal ou plástico utilizado para movimentação de cargas). As emissões de CO2 no transporte também diminuíram: foram 71% menores. Só que ninguém conhece esses dados!

Vale ressaltar que o fato de estarmos comprando uma embalagem menor, não significa que estamos tendo algum prejuízo. No caso do amaciante citado acima, além do produto ser mais concentrado – o que garante a mesma performance, com o uso de uma menor quantidade – a própria empresa afirmou que houve uma redução de 20% no preço.

Vamos aderir a essa iniciativa. Vamos pesquisar e vamos fazer a nossa parte, comprando produtos e marcas ambientalmente responsáveis! O futuro do planeta depende de nossas atitudes nos dias de hoje.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O portal de segurança na Ilha do Governador

Todos sabem que sou morador da Ilha e, como tal, sempre me preocupei com os problemas do bairro, entre eles, a segurança. Por isso, foi com grande entusiasmo que recebi a notícia de que a nossa Ilha do Governador ganhará um portal de segurança, um resultado do trabalho integrado da Secretaria de Segurança Pública com órgãos da prefeitura. No momento em que a ação de bandidos vem aumentando a sensação de insegurança dos moradores, essa iniciativa vai inibir, principalmente, a ação de marginais que vêm de comunidades como os complexos do Alemão e da Maré para agir na Ilha.

Porém, acredito que essa não seja a única medida para coibir a ação de bandidos. Apesar de ter o terceiro maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Rio de Janeiro, existe uma outra realidade na Ilha do Governador esquecida pelas autoridades. Como subprefeito da Ilha visitei quase todas as comunidades da região, conversei com moradores, conheci a realidade dessa gente e sei que ações sociais são fundamentais no combate à marginalidade, principalmente aquelas que beneficiem as crianças e jovens visando ao futuro, e as que resgatem a dignidade dos moradores, como as iniciativas que tratam da questão do lixo, por exemplo. Projetos que foquem a questão do saneamento básico também deveriam ser prioridade.

O portal

O portal de segurança, cujas obras devem iniciadas até outubro, tem grandes chances de dar certo. A Ilha, com 14 sub-bairros, funcionará como bairro piloto desse projeto, que, posteriormente, pode ser estendido para outros bairros, como a Urca, que, assim como a Ilha, só tem um acesso.

O projeto prevê a construção de uma estrutura semelhante a uma praça de pedágio na entrada do bairro. Com nove faixas de rolamento – seis de entrada e três de saída – o portal contará com um centro de controle onde os operadores vão acompanhar em tempo real as imagens geradas por câmeras instaladas a 500 metros de distância. O sistema utilizado usará os bancos de dados do Detran e da Secretaria de Segurança. Existirá também uma central na qual atuarão diariamente equipes das polícias Militar e Civil, além do Detro, da Guarda Municipal e da CET-Rio, entre outros órgãos.


O projeto prevê a construção de uma estrutura semelhante a uma praça de pedágio na entrada do bairro. Com nove faixas de rolamento – seis de entrada e três de saída – o portal contará com um centro de controle onde os operadores vão acompanhar em tempo real as imagens geradas por câmeras instaladas a 500 metros de distância. O sistema utilizado usará os bancos de dados do Detran e da Secretaria de Segurança. Existirá também uma central na qual atuarão diariamente equipes das polícias Militar e Civil, além do Detro, da Guarda Municipal e da CET-Rio, entre outros órgãos.

Esse é um projeto inovador, que só irá se tornar realidade graças ao estudo realizado por um grupo de trabalho que reuniu profissionais de diversas áreas dos governos estadual e municipal. O Conselho Comunitário de Segurança da Ilha, formado por líderes comunitários, por moradores do bairro e pelo comandante do 17º BPM e policias da 37ª DP também desempenhou um importante papel nessa conquista, ao debater a questão da segurança da nossa Ilha e cobrar das autoridades competente medidas enérgicas. Esse é um exemplo a ser seguido por todos nós. Se almejamos melhorias para a nossa região, temos que dialogar, agir e participar das realizações sempre.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Nós podemos ajudar o meio ambiente

Como biólogo e cidadão sempre procurei ter atitudes em prol de um planeta mais saudável, além de incentivar meus amigos e familiares a agir da mesma forma. Acredito que a consciência ambiental e a preservação da natureza devem ser exercitadas pela sociedade, por cada um de nós em nosso dia a dia. Fazendo a nossa parte em casa, no trabalho e mobilizando as pessoas próximas – amigos, parentes e vizinhos – estamos colaborando para um futuro melhor para os nossos filhos e netos.

Há várias práticas que podemos adotar no nosso cotidiano: a coleta seletiva, a economia de energia elétrica e o consumo responsável, por exemplo. Hoje passarei algumas dicas de como cuidar dos recursos hídricos.

• Conserte torneiras que estiverem pingando. Isso poderá evitar o desperdício de até 45 litros de água por dia.
• Instale torneiras com aerador – "peneirinhas" ou "telinhas" – na saída da água. Assim você acaba utilizando menos água.
• Evite utilizar a mangueira para limpar jardins, calçadas, passeios e quintais. Use uma vassoura para executar essa tarefa. É mais rápido e não gasta água.
• Utilize um regador para molhar as plantas. Quando a mangueira é utilizada para este fim, muita água é desperdiçada.
• Substitua a mangueira por um balde e um pano para lavar seu veículo. O consumo de água será muito menor.
• Desligue a mangueira quando não estiver sendo usada. Isso evita o desperdício de água.
• Feche a torneira enquanto ensaboa as mãos, escova os dentes ou faz a barba. Não desperdice água.
• Colete água da chuva para regar suas plantas. Assim você não gasta água encanada. Mas lembre-se de armazená-la em um recipiente fechado para evitar a proliferação do mosquito da dengue.
• Lave a louça em uma bacia com água e sabão e abra a torneira só para enxaguar. É mais barato e melhor para o meio ambiente.
• Conserte vazamentos nos canos em sua casa assim que detectá-los. Sua conta de água diminuirá e o meio ambiente agradecerá.
• Junte as roupas para lavar e passar. Desta maneira, você gasta menos água e menos energia elétrica.

Vamos colaborar! Se cada um fizer a sua parte teremos um planeta mais saudável e todos sairão ganhando.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Eu apóio a lei das sacolas plásticas

Hoje a Secretaria Estadual do Ambiente começa a multar os estabelecimentos comerciais que desrespeitarem a lei das sacolas plásticas. Desde que a lei 5.502/2009 entrou em vigor, no último dia 16 de julho, o Estado vinha apenas realizando ações educativas, orientando comerciantes e consumidores. Agora é pra valer. E se houver irregularidades, a multa pode chegar a R$ 20 mil!

Eu apóio essa lei e, por isso, algumas pessoas às vezes me param nas ruas, preocupadas, para perguntar se as sacolas plásticas vão acabar. É evidente que não. A lei não prevê isso. O objetivo é apenas incentivar um uso mais racional. Atualmente o Governo do Estado gasta mais de R$ 30 milhões por ano para limpar os rios. Para quem não sabe, o plástico leva 450 anos para se decompor; esse material gruda em pedaços de pau e troncos, e acaba obstruindo o fluxo d’água. O plástico também sufoca animais e entope as galerias pluviais, causando enchentes.

Podemos dizer que desde maio, quando foi implantado o programa para diminuir o uso dessas sacolas, já houve uma redução de 10%, o que representa 60 milhões de embalagens desse tipo. A expectativa agora é de que, até o final do ano, haja uma redução de 30% no número de sacolas em circulação no Estado do Rio, que hoje chega a 2,4 bilhões por ano, ou 200 milhões por mês.

Portanto, amigos, vamos colaborar com a preservação do meio ambiente e garantir um mundo melhor para os nossos filhos e netos. Vamos buscar alternativas às sacolas plásticas e ter uma postura mais consciente, acondicionando nosso lixo doméstico de forma adequada e praticando a reciclagem.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Avanços na gestão do lixo urbano parte II

Ainda sobre o assunto comentado no post anterior, o presidente Lula sancionou ontem a lei da Política Nacional de Resíduos sólidos, o que me deixou bastante otimista em relação ao sucesso de futuros projetos em defesa do meio ambiente. Isso porque boa parte do que está previsto nessa lei é transformar em políticas públicas boas experiências e iniciativas que já existem na sociedade.

Já comentei anteriormente, mas repito: um dos pontos que considero fundamental nessa lei é o trecho que trata de um dos principais problemas ambientais das grandes cidades: os lixões. O texto diz que as prefeituras serão obrigadas a construir aterros sanitários, seguindo regras de proteção ambiental, e terão quatro anos para se adaptar a essa lei. Também são determinadas ações para facilitar o retorno do lixo aos seus geradores e para que seja tratado ou reaproveitado. A lei obriga ainda as empresas a recolherem lixo tóxico de difícil decomposição, como baterias e pilhas.

Essa é uma vitória nossa! Essa é uma vitória do Brasil! Por isso, assim como o presidente Lula, temos pressa no projeto de regulamentação dessa lei. Fiquemos de olho para que prazo dado por Lula – de 90 dias – seja realmente cumprido.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Avanços na gestão do lixo urbano

Duas notícias divulgadas recentemente me deixaram bastante otimista e me deram ainda mais ânimo para implementar o Projeto Ação Sustentável, caso seja realmente eleito deputado federal: a aprovação do Plano Nacional de Resíduos sólidos (PNRS) e a adesão dos condomínios fluminenses ao Projeto de Coleta Seletiva Solidária, lançado há um ano pela Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro.

Depois de 21 anos em tramitação na Câmara dos Deputados, o PNRS foi aprovado pelo Senado e aguarda agora a sanção do Presidente Lula para virar lei. A medida vai preencher a ausência completa de regras para o tratamento das 150 mil toneladas de lixo produzidas diariamente pelas cidades brasileiras e, em sintonia com o Projeto de Coleta Seletiva Solidária, vai contribuir muito para o andamento de projetos na área de meio ambiente, no Rio de Janeiro.

Ainda em relação ao PNRS, considero dois aspectos os mais relevantes: o incentivo à reciclagem, já que a lei prevê que esse trabalho seja feito por cooperativas de catadores; e a responsabilidade compartilhada, que envolve toda a sociedade na questão do lixo. Pela responsabilidade compartilhada, as pessoas devem acondicionar de forma adequada seu lixo, o que inclui a separação onde há coleta seletiva. A Lei do Município 3.273/71 prevê punição para quem não cumpre as regras de destinação do lixo, mas é raríssimo ter notícia de sua aplicação. Esse é um ponto que temos que mudar!

Outra questão importante do PNRS é a logística reversa, que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a recolher embalagens usadas e os responsabilizam pela coleta, reaproveitamento ou destinação final de produtos descartados.

Já a Coleta Seletiva Solidária, que envolve gestores públicos municipais, escolas estaduais, catadores e órgãos públicos estaduais e, a partir de agora, condomínios, prevê o encaminhamento de todo o material reciclável doméstico às cooperativas. O objetivo é, de imediato, reduzir em 40% a quantidade de lixo despejado nos vazadouros mas, para isso, é necessário fazer um trabalho de conscientização com síndicos, zeladores e os demais envolvidos no dia a dia dos edifícios.

Esse é o caminho! Essas duas iniciativas marcam um importante avanço na gestão do lixo urbano: vão favorecer a cadeia de reciclagem, gerar renda e, o mais importante, trazer benefícios para o meio ambiente. Além do mais, reciclar o lixo ou transformá-lo em energia posiciona o nosso Brasil em condições favoráveis de competitividade perante os países desenvolvidos.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Vamos valorizar nosso professores

Analisando o ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009, divulgado nesta segunda-feira, pude perceber que o cenário em que as escolas particulares figuram como superiores às públicas pode mudar. Evidentemente será um trabalho árduo. Entre as mil piores escolas do Brasil, 97,8% são estaduais. Mas por que então o Instituto de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAp-Uerj) aparece como 17º colocado em todo o país? Qual o segredo para que essa instituição tenha ficado à frente de muitas escolas particulares conceituadas?

Outro exemplo a ser seguido é a Escola Municipal João de Deus, na Penha, que foi a primeira colocada entre todas as escolas do Estado do Rio, inclusive as particulares, no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), para alunos do primeiro segmento (1º ao 5º ano).

O que essas escolas públicas teriam em comum para estar tão à frente das demais? Talvez a valorização do trabalho do professor tenha sido o primeiro passo na obtenção desses resultados. Um professor valorizado, mesmo com os poucos recursos oferecidos pelas instituições, atua motivado, tem comprometimento com o trabalho desenvolvido e, consequentemente, conquista os seus alunos. Na verdade, acredito que o grande pilar que sustenta a boa educação é o envolvimento, a parceria entre os professores, os alunos e os pais no dia a dia da escola.

Vamos pensar nisso! Vamos cobrar para que os próximos governantes transformem o ensino público e que todas as escolas se transformem num CAp-Uerj ou numa Escola Municipal João de Deus. Chegar lá pode não ser tão fácil, mas é possível! Afinal, já sabemos que melhorias no sistema educacional são o primeiro passo contra o desemprego.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A nova usina de incineração de lixo

Já sabemos que dar destino aos resíduos é um grande problema na nossa cidade, ou melhor no nosso País. Hoje, as grandes cidades não têm mais espaço para a criação de aterros sanitários, o que eu considero uma ótima notícia, já que esses aterros nunca resolveram os problemas relativos ao lixo, muito pelo contrário, facilitam, e muito, a contaminação do solo e da água. Já as pequenas cidades não têm estrutura e nem dinheiro para descartar os restos, sem contaminar o meio ambiente. Então, o que fazer?

Nosso País produz, por dia, quase 183 mil toneladas de lixo, uma quantidade suficiente para encher o estádio do Morumbi, em São Paulo. Desse total, 50% vão para os aterros sanitários; 21% vão para aterros controlados, 17% para os lixões e 12% não têm destino certo. Por dia, um morador do Rio de Janeiro, por exemplo, produz, sozinho, mais de um quilo de resíduos. Todo esse lixo se acumula e não recebe tratamento. A situação é crítica...

Pois parece que é diante de situações-limite como essa que surgem soluções inteligentes, como a usina de incineração de lixo, em planejamento pelo governo paulista, que deverá chegar ao Brasil até 2012. O custo desse empreendimento está orçado em R$320 milhões, mas a nova usina deverá reduzir o volume de lixo, emitir poucos poluentes e até gerar energia elétrica. Vamos torcer para dar certo! Pode ser uma boa solução.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Educação para combater o desemprego

O mundo moderno sofre mudanças constantemente, sobretudo no que diz respeito ao mercado de trabalho: profissões desaparecem, enquanto outras surgem. A sociedade deve acompanhar esse ritmo de transformações, porque cada vez mais as empresas investem em características que consideram "o diferencial". Algumas delas, por exemplo, são criatividade e versatilidade, pré-requisitos para o trabalhador moderno e competitivo.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 7,3% em abril, inferior aos 7,6% apurados em março. É a menor taxa para o mês de abril desde 2002. Em abril de 2009 o desemprego ficou em 8,9%. A população desocupada, de 1,7 milhão, não variou na comparação mensal e recuou 16,4% em relação a abril do ano passado.

Por regiões, segundo o IBGE, em comparação a abril do ano passado, houve queda na taxa de desemprego de 2,5 pontos percentuais em São Paulo, de 1 ponto percentual em Belo Horizonte e de 0,9 ponto percentual no Rio de Janeiro. O número de trabalhadores com carteira assinada, de 10,1 milhões, não variou na comparação mensal e aumentou 7,5% em relação a abril do ano passado. Foram mais 704 mil empregos com carteira assinada.

Melhorias no sistema educacional são o primeiro passo contra o desemprego. Nas universidades devem ser produzidos os profissionais capacitados para o mercado. Porque, se por um lado, faltam empregos para a população, por outro há deficiência de mão-de-obra qualificada para as empresas. Já a tecnologia que traz benefícios, também gera problemas e é uma das principais causas do desemprego. Uma máquina substitui o trabalho de dezenas de pessoas. Numa agência bancária, por exemplo, a maior parte do sistema é informatizado, os clientes vão direto ao caixa eletrônico realizar os mais diversos serviços.

O investimento, portanto, deve ser também na requalificação profissional. Os profissionais que perdem seus postos de trabalho devem optar pelos treinamentos e reciclagens. Assim, poderão encontrar outra atividade e assumir uma nova vaga no concorrido e moderno mercado de trabalho. A recolocação depende de mudanças, melhorias e preparo, principalmente em outra área ou ramo de atividade.

Pense nisso!

terça-feira, 29 de junho de 2010

É preciso recuperar nossas referências

Quando leio as notícias falando sobre o Hospital do Fundão, sobre a possibilidade de desabamento natural – ou intencional – de uma de suas alas, fico perplexo com a reação de algumas pessoas, que são favoráveis à extinção daquela área, hoje ameaçada. Talvez por ser um antigo morador da Ilha, sempre notei a importância de sua localização e o seu imenso potencial de atendimento hospitalar. E para que todos percebam a importância dessa unidade, falarei um pouco sobre ela.

O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, fundado há 32 anos, pertence à Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ, e está localizado na Ilha do Fundão. O prédio possui 110 mil metros quadrados, e são oferecidos, além de assistência à população, ensino qualificado e pesquisa científica. O hospital, aliás, é pioneiro em inovação tecnológica e pesquisa, sendo referência em diversos segmentos de ponta, como a terapia de células-tronco, a diagnóstico mamário, os transplantes e os tratamentos de doenças como a epilepsia, a asma de difícil controle e a doença pulmonar obstrutiva crônica.

A unidade concentra mais de 3.600 profissionais, entre professores, médicos, enfermeiros, pessoal administrativo e de apoio. Na equipe estão ainda cerca de 360 médicos residentes e dois mil estudantes de medicina. Cerca de 20 mil consultas ambulatoriais são realizadas mensalmente em suas 34 especialidades médicas, fora os serviços de nutrição, enfermagem, serviço social, fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia.

Algumas das especialidades médicas desenvolvem ambulatórios com programas especiais em outros locais da rede pública de saúde, destinados aos pacientes com quadros mais graves e de difícil tratamento, como AIDS, hipertensão arterial, diabetes, tuberculose, hanseníase e tabagismo.

Na área científica, o Hospital Clementino Fraga Filho é destaque em pesquisas pioneiras para evitar metástase de câncer de mama e várias outras na área de oncologia, além de pesquisas que visam atenuar crises de enfisema pulmonar, evitando, inclusive, o transplante de pulmão por meio da implantação de válvulas respiratórias unidirecionais.

Sabendo disso tudo, torna-se evidente a importância de não só mantermos o Hospital do Fundão, mas investirmos no seu potencial. Sempre priorizei não só a inauguração de novos centros de diferentes naturezas, mas também a manutenção e a conservação do que já nos deu grande contribuição no passado. Por isso repito, é preciso investir sim em melhorias no Hospital do Fundão, ou seja, é preciso recuperar as nossas referências e melhorar o atendimento à saúde da população.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Soltar balões é crime!!!!

É inadmissível que em pleno século XXI ainda tenhamos que nos deparar com incêndios causados por pessoas irresponsáveis, verdadeiros moleques, que insistem em soltar balões. As chamas provocadas por um único balão queimaram o equivalente a quatro campos de futebol, no alto do Morro dos Cabritos, na madrugada do último domingo, deixando estupefatos os moradores de Copacabana e da Lagoa, que assistiram, apavorados, ao fogo que consumia rapidamente aquela área, considerada de grande valor ambiental. Isso é lamentável! Felizmente não houve pessoas feridas, mas muitos animais silvetres morreram, e foram queimadas diversas espécies de Mata Atlântica, como sombreiros, aroeiras e ipês. O trabalho de reflorestamento é possível, mas vai levar anos...

Como biólogo e morador da cidade do Rio de Janeiro, estou de luto. Creio ser necessário, além de um trabalho intensivo de conscientização da população, que medidas severas sejam realmente tomadas contra esses levianos que insistem em soltar balões. A legislação já classifica como crime ambiental a fabricação, o transporte e a soltura de balões, e o artigo 42 da Lei 9605/98 prevê a detenção de um a três anos para que for pego. Porém, na prática, como a pena é curta e afiançável, ninguém vai para a cadeia. Na maioria dos casos, os condenados pagam cestas básicas ou prestam serviços comunitários.

Isso tem que mudar! Lugar de criminoso é na cadeia! No entanto, num primeiro momento, precisamos fazer a nossa parte para evitar tragédias como essa. Vamos fiscalizar e denunciar esses criminosos, para que sejam pegos antes que as desgraças aconteçam.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Vamos monitorar os portais da transparência

Excelente iniciativa para a consolidação do nosso país como democracia, os portais da transparência precisam ser monitorados por nós cidadãos. De nada adianta veicular os gastos dos municípios mais populosos, dos estados e da União, se não tiver quem acesse e, principalmente, quem fiscalize essas contas.

Embora o Governo Federal e alguns dos municípios com população superior a 100 mil habitantes já tenha apresentado seus portais, pelo menos 20% das prefeituras ainda não se enquadraram à Lei da Transparência, sancionada em maio do ano passado. É uma minoria, mas que precisa ser punida, caso não cumpra a regra dentro do prazo estabelecido.

De início, é preciso que haja realmente transparência. É fundamental que os governos publiquem o que estão comprando, quando compraram, quanto custou, o nome dos fornecedores e, principalmente, se houve licitação. Sendo assim, o Brasil passará a ser o País mais transparente na divulgação dos seus gastos.

O primeiro passo já foi dado, agora, cabe a nós, cidadãos, monitorar esses portais e denunciar, junto à Controladoria Geral da União, eventuais irregularidades na prestação de contas. A corrupção é um mal que precisa ser combatido, afinal, dinheiro público é da nossa conta!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A importância do diálogo

Muito tem se falado em políticas voltadas para a sociedade, em programas destinados às comunidades, em planos de governos, entre outras ações. Mas qual a percepção da presença do Estado na sociedade carioca? O que os moradores do Rio acham? Essas perguntas foram respondidas, recentemente, por uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) em parceria com o Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC), ambos da Fundação Getúlio Vargas.

Esse estudo representa um ponto de partida para a formulação de políticas públicas, uma maneira de o cidadão dialogar com o poder público, apontar o que está errado e apresentar suas vontades, suas dúvidas e seus anseios. Esta é uma bandeira que venho defendendo há muito tempo! Porém, de nada adianta conhecer o que pensa a população, se não houver ação por parte dos governantes.

O resultado dessa pesquisa mostra a maneira como a população carioca – moradores de diferentes áreas do Rio de Janeiro – enxerga a participação dos governos em suas comunidades. E esta percepção é crucial, justamente para evidenciar o que de fato está funcionando ou não. Penso que este resultado não pode ser apenas um estudo. É preciso que medidas sejam tomadas com base nos seus resultados. Essa é a única forma de mostrar aos moradores do Rio que o que dizem é importante e aproximá-los de questões envolvidas no nosso dia a dia, incentivando dessa forma o diálogo e cidadania.

Leia sobre o resultado da pesquisa em www.jimmypereira.com

terça-feira, 1 de junho de 2010

Transformando lixo em energia

Tenho notado que hoje o Estado do Rio de Janeiro, assim como outras regiões do país, passa por dois grandes problemas: a destinação do lixo e a escassez de energia elétrica. O crescimento da atividade industrial e do consumo gera, por um lado, aumento na produção de lixo e, por outro, o risco de falta de energia para atender a crescente demanda. No entanto, essas duas questões poderiam ser resolvidas com uma ação combinada: o aproveitamento de resíduos para a geração de quilowatts.

Vários países já adotam essa medida há anos e o Brasil possui um grande potencial para gerar energia elétrica a partir de resíduos sólidos. Essa medida poderia aumentar a atual oferta do país em 50 milhões de megawatt-hora por ano, o que representa mais de 15% do total atualmente disponível ou cerca de um quarto do que gera a usina hidrelétrica de Itaipu.

Reverter o lixo em energia seria uma solução não apenas econômica, mas também social. As vantagens seriam inúmeras, entre elas a diminuição dos aterros sanitários e lixões, menor produção de gases poluentes, menos risco ao meio ambiente e à saúde da população, mais economia e mais empregos. Estudos apontam que, com a implantação desse sistema, o Brasil poderia gerar uma receita em torno de R$ 9 bilhões por ano, valor que viria da conservação de energia, da venda de recicláveis e da comercialização de créditos nas emissões de gases evitadas, como o carbono o metano.

Por isso, amigos leitores, é preciso investir em iniciativas como essa. O Brasil é o país do futuro e sua energia também tem força para mudar a sociedade. Leia mais no meu site www.jimmypereira.com.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Uma questão de prioridade

Os jovens e adultos de hoje que observam o impacto que causa um reajuste de 7,7% aos aposentados ao equilíbrio fiscal deveriam ficar preocupados também, pois eles serão os próximos da lista. São pessoas comuns, trabalhadores, homens e mulheres que deram muito de si e contribuíram demais para a economia brasileira. Temos que ter condições de mudar este cenário! É preciso mudar.
Temos que lembrar que, em 34 anos, a população brasileira praticamente dobrou em relação aos 90 milhões de habitantes da década de 1970. Sem contar que, somente entre 2000 e 2004, aumentou em 10 milhões de pessoas. Em 2050, segundo dados do IBGE, seremos 259,8 milhões de brasileiros e nossa expectativa de vida, ao nascer, será de 81,3 anos, a mesma dos japoneses. Posso até acreditar que o Governo tenha suas razões econômicas, mas o que questiono aqui é prioridade. Acho que devemos rever todos os nossos investimentos e dar prioridade a nós mesmos, que somos os jovens e adultos de hoje e os aposentados de amanhã. É preciso rever tudo isso. Por uma questão de prioridade!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Copa 2014 no Brasil

Disputamos sozinhos a indicação e, por incrivel que pareça, ganhamos! Porém, continuamos com o mesmo perfil de sempre: deixar para os proximos Governos a responsabilidade na infraestrutura a fazer nas sedes escolhidas e, depois, aparecem o Ministro, o Governador, o Presidente e etc para dar desculpas no atraso das obras. Precisamos de mais responsabilidade com as coisas publicas; não está em jogo o nosso melhor futebol e sim a imagem de um pais em desenvolvimento que esquece de sua infraestrutura (estradas, portos, aeroportos). A nossa mobilidade urbana há muito está prejudicada, não temos acesso ao transporte de qualidade e nem planejamento para o futuro. Precisamos começar urgentemente a fazer nosso dever de casa.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Parabéns, Brasília

Brasília é um patrimônio cultural da nossa história política. No mês em que se comemora os seus 50 anos, mesmo com tantas coisas ainda para se fazer, é uma data que deve ser lembrada com carinho por todos nós. Um sonho, uma cidade, um planejamento e um modelo de arquitetura urbana que é um exemplo para todos. Parabéns!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Cada um fazendo a sua parte

Acho que todos nós temos um pouco de responsabilidade diante dos problemas do nosso cotidiano. Dos mais simples aos mais complexos, temos o dever de criticar, debater, sugerir e, até mesmo, denunciar as questões mais graves. Não podemos ficar de braços cruzados esperando o poder público ou a autoridade competente resolver o problema. Não, não podemos. Devemos sim, intervir da maneira que podemos nas questões mais simples. Ás vezes, presenciamos o amigo jogando um lixo na rua e não fazemos nada, não falamos nem uma palavra de censura. Nosso vizinho estacionou o carro em local impróprio e deixamos pra lá, tudo bem. Nossos filhos quebraram o telefone público, desculpamos, coisa de criança. Fazemos uma ultrapassagem perigosa numa via por precisarmos chegar 15 minutos mais cedo, é o trabalho!
São nestes detalhes que nos revelamos e traçamos o perfil da nossa sociedade. Sei que todos nós temos nossas deficiências, mas um bom começo, ao invés de ficar esperando uma solução, é propor, sugerir e debater. E claro, mudarmos um pouco o que está ao nosso redor. Vamos mandar e-mails para os jornais, vamos ligar para as redações das rádios, vamos criar grupos e comunidades de debates dos pequenos problemas que nos cercam. Vamos participar mais das reuniões de condomínio, dos movimentos das associações de moradores e vamos olhar de maneira crítica a nossa cidade, o nosso espaço urbano. Vamos fazer a nossa parte!