Todos sabem que sou morador da Ilha e, como tal, sempre me preocupei com os problemas do bairro, entre eles, a segurança. Por isso, foi com grande entusiasmo que recebi a notícia de que a nossa Ilha do Governador ganhará um portal de segurança, um resultado do trabalho integrado da Secretaria de Segurança Pública com órgãos da prefeitura. No momento em que a ação de bandidos vem aumentando a sensação de insegurança dos moradores, essa iniciativa vai inibir, principalmente, a ação de marginais que vêm de comunidades como os complexos do Alemão e da Maré para agir na Ilha.
Porém, acredito que essa não seja a única medida para coibir a ação de bandidos. Apesar de ter o terceiro maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Rio de Janeiro, existe uma outra realidade na Ilha do Governador esquecida pelas autoridades. Como subprefeito da Ilha visitei quase todas as comunidades da região, conversei com moradores, conheci a realidade dessa gente e sei que ações sociais são fundamentais no combate à marginalidade, principalmente aquelas que beneficiem as crianças e jovens visando ao futuro, e as que resgatem a dignidade dos moradores, como as iniciativas que tratam da questão do lixo, por exemplo. Projetos que foquem a questão do saneamento básico também deveriam ser prioridade.
O portal
O portal de segurança, cujas obras devem iniciadas até outubro, tem grandes chances de dar certo. A Ilha, com 14 sub-bairros, funcionará como bairro piloto desse projeto, que, posteriormente, pode ser estendido para outros bairros, como a Urca, que, assim como a Ilha, só tem um acesso.
O projeto prevê a construção de uma estrutura semelhante a uma praça de pedágio na entrada do bairro. Com nove faixas de rolamento – seis de entrada e três de saída – o portal contará com um centro de controle onde os operadores vão acompanhar em tempo real as imagens geradas por câmeras instaladas a 500 metros de distância. O sistema utilizado usará os bancos de dados do Detran e da Secretaria de Segurança. Existirá também uma central na qual atuarão diariamente equipes das polícias Militar e Civil, além do Detro, da Guarda Municipal e da CET-Rio, entre outros órgãos.
O projeto prevê a construção de uma estrutura semelhante a uma praça de pedágio na entrada do bairro. Com nove faixas de rolamento – seis de entrada e três de saída – o portal contará com um centro de controle onde os operadores vão acompanhar em tempo real as imagens geradas por câmeras instaladas a 500 metros de distância. O sistema utilizado usará os bancos de dados do Detran e da Secretaria de Segurança. Existirá também uma central na qual atuarão diariamente equipes das polícias Militar e Civil, além do Detro, da Guarda Municipal e da CET-Rio, entre outros órgãos.
Esse é um projeto inovador, que só irá se tornar realidade graças ao estudo realizado por um grupo de trabalho que reuniu profissionais de diversas áreas dos governos estadual e municipal. O Conselho Comunitário de Segurança da Ilha, formado por líderes comunitários, por moradores do bairro e pelo comandante do 17º BPM e policias da 37ª DP também desempenhou um importante papel nessa conquista, ao debater a questão da segurança da nossa Ilha e cobrar das autoridades competente medidas enérgicas. Esse é um exemplo a ser seguido por todos nós. Se almejamos melhorias para a nossa região, temos que dialogar, agir e participar das realizações sempre.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Nós podemos ajudar o meio ambiente
Como biólogo e cidadão sempre procurei ter atitudes em prol de um planeta mais saudável, além de incentivar meus amigos e familiares a agir da mesma forma. Acredito que a consciência ambiental e a preservação da natureza devem ser exercitadas pela sociedade, por cada um de nós em nosso dia a dia. Fazendo a nossa parte em casa, no trabalho e mobilizando as pessoas próximas – amigos, parentes e vizinhos – estamos colaborando para um futuro melhor para os nossos filhos e netos.
Há várias práticas que podemos adotar no nosso cotidiano: a coleta seletiva, a economia de energia elétrica e o consumo responsável, por exemplo. Hoje passarei algumas dicas de como cuidar dos recursos hídricos.
• Conserte torneiras que estiverem pingando. Isso poderá evitar o desperdício de até 45 litros de água por dia.
• Instale torneiras com aerador – "peneirinhas" ou "telinhas" – na saída da água. Assim você acaba utilizando menos água.
• Evite utilizar a mangueira para limpar jardins, calçadas, passeios e quintais. Use uma vassoura para executar essa tarefa. É mais rápido e não gasta água.
• Utilize um regador para molhar as plantas. Quando a mangueira é utilizada para este fim, muita água é desperdiçada.
• Substitua a mangueira por um balde e um pano para lavar seu veículo. O consumo de água será muito menor.
• Desligue a mangueira quando não estiver sendo usada. Isso evita o desperdício de água.
• Feche a torneira enquanto ensaboa as mãos, escova os dentes ou faz a barba. Não desperdice água.
• Colete água da chuva para regar suas plantas. Assim você não gasta água encanada. Mas lembre-se de armazená-la em um recipiente fechado para evitar a proliferação do mosquito da dengue.
• Lave a louça em uma bacia com água e sabão e abra a torneira só para enxaguar. É mais barato e melhor para o meio ambiente.
• Conserte vazamentos nos canos em sua casa assim que detectá-los. Sua conta de água diminuirá e o meio ambiente agradecerá.
• Junte as roupas para lavar e passar. Desta maneira, você gasta menos água e menos energia elétrica.
Vamos colaborar! Se cada um fizer a sua parte teremos um planeta mais saudável e todos sairão ganhando.
Há várias práticas que podemos adotar no nosso cotidiano: a coleta seletiva, a economia de energia elétrica e o consumo responsável, por exemplo. Hoje passarei algumas dicas de como cuidar dos recursos hídricos.
• Conserte torneiras que estiverem pingando. Isso poderá evitar o desperdício de até 45 litros de água por dia.
• Instale torneiras com aerador – "peneirinhas" ou "telinhas" – na saída da água. Assim você acaba utilizando menos água.
• Evite utilizar a mangueira para limpar jardins, calçadas, passeios e quintais. Use uma vassoura para executar essa tarefa. É mais rápido e não gasta água.
• Utilize um regador para molhar as plantas. Quando a mangueira é utilizada para este fim, muita água é desperdiçada.
• Substitua a mangueira por um balde e um pano para lavar seu veículo. O consumo de água será muito menor.
• Desligue a mangueira quando não estiver sendo usada. Isso evita o desperdício de água.
• Feche a torneira enquanto ensaboa as mãos, escova os dentes ou faz a barba. Não desperdice água.
• Colete água da chuva para regar suas plantas. Assim você não gasta água encanada. Mas lembre-se de armazená-la em um recipiente fechado para evitar a proliferação do mosquito da dengue.
• Lave a louça em uma bacia com água e sabão e abra a torneira só para enxaguar. É mais barato e melhor para o meio ambiente.
• Conserte vazamentos nos canos em sua casa assim que detectá-los. Sua conta de água diminuirá e o meio ambiente agradecerá.
• Junte as roupas para lavar e passar. Desta maneira, você gasta menos água e menos energia elétrica.
Vamos colaborar! Se cada um fizer a sua parte teremos um planeta mais saudável e todos sairão ganhando.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Eu apóio a lei das sacolas plásticas
Hoje a Secretaria Estadual do Ambiente começa a multar os estabelecimentos comerciais que desrespeitarem a lei das sacolas plásticas. Desde que a lei 5.502/2009 entrou em vigor, no último dia 16 de julho, o Estado vinha apenas realizando ações educativas, orientando comerciantes e consumidores. Agora é pra valer. E se houver irregularidades, a multa pode chegar a R$ 20 mil!
Eu apóio essa lei e, por isso, algumas pessoas às vezes me param nas ruas, preocupadas, para perguntar se as sacolas plásticas vão acabar. É evidente que não. A lei não prevê isso. O objetivo é apenas incentivar um uso mais racional. Atualmente o Governo do Estado gasta mais de R$ 30 milhões por ano para limpar os rios. Para quem não sabe, o plástico leva 450 anos para se decompor; esse material gruda em pedaços de pau e troncos, e acaba obstruindo o fluxo d’água. O plástico também sufoca animais e entope as galerias pluviais, causando enchentes.
Podemos dizer que desde maio, quando foi implantado o programa para diminuir o uso dessas sacolas, já houve uma redução de 10%, o que representa 60 milhões de embalagens desse tipo. A expectativa agora é de que, até o final do ano, haja uma redução de 30% no número de sacolas em circulação no Estado do Rio, que hoje chega a 2,4 bilhões por ano, ou 200 milhões por mês.
Portanto, amigos, vamos colaborar com a preservação do meio ambiente e garantir um mundo melhor para os nossos filhos e netos. Vamos buscar alternativas às sacolas plásticas e ter uma postura mais consciente, acondicionando nosso lixo doméstico de forma adequada e praticando a reciclagem.
Eu apóio essa lei e, por isso, algumas pessoas às vezes me param nas ruas, preocupadas, para perguntar se as sacolas plásticas vão acabar. É evidente que não. A lei não prevê isso. O objetivo é apenas incentivar um uso mais racional. Atualmente o Governo do Estado gasta mais de R$ 30 milhões por ano para limpar os rios. Para quem não sabe, o plástico leva 450 anos para se decompor; esse material gruda em pedaços de pau e troncos, e acaba obstruindo o fluxo d’água. O plástico também sufoca animais e entope as galerias pluviais, causando enchentes.
Podemos dizer que desde maio, quando foi implantado o programa para diminuir o uso dessas sacolas, já houve uma redução de 10%, o que representa 60 milhões de embalagens desse tipo. A expectativa agora é de que, até o final do ano, haja uma redução de 30% no número de sacolas em circulação no Estado do Rio, que hoje chega a 2,4 bilhões por ano, ou 200 milhões por mês.
Portanto, amigos, vamos colaborar com a preservação do meio ambiente e garantir um mundo melhor para os nossos filhos e netos. Vamos buscar alternativas às sacolas plásticas e ter uma postura mais consciente, acondicionando nosso lixo doméstico de forma adequada e praticando a reciclagem.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Avanços na gestão do lixo urbano parte II
Ainda sobre o assunto comentado no post anterior, o presidente Lula sancionou ontem a lei da Política Nacional de Resíduos sólidos, o que me deixou bastante otimista em relação ao sucesso de futuros projetos em defesa do meio ambiente. Isso porque boa parte do que está previsto nessa lei é transformar em políticas públicas boas experiências e iniciativas que já existem na sociedade.
Já comentei anteriormente, mas repito: um dos pontos que considero fundamental nessa lei é o trecho que trata de um dos principais problemas ambientais das grandes cidades: os lixões. O texto diz que as prefeituras serão obrigadas a construir aterros sanitários, seguindo regras de proteção ambiental, e terão quatro anos para se adaptar a essa lei. Também são determinadas ações para facilitar o retorno do lixo aos seus geradores e para que seja tratado ou reaproveitado. A lei obriga ainda as empresas a recolherem lixo tóxico de difícil decomposição, como baterias e pilhas.
Essa é uma vitória nossa! Essa é uma vitória do Brasil! Por isso, assim como o presidente Lula, temos pressa no projeto de regulamentação dessa lei. Fiquemos de olho para que prazo dado por Lula – de 90 dias – seja realmente cumprido.
Já comentei anteriormente, mas repito: um dos pontos que considero fundamental nessa lei é o trecho que trata de um dos principais problemas ambientais das grandes cidades: os lixões. O texto diz que as prefeituras serão obrigadas a construir aterros sanitários, seguindo regras de proteção ambiental, e terão quatro anos para se adaptar a essa lei. Também são determinadas ações para facilitar o retorno do lixo aos seus geradores e para que seja tratado ou reaproveitado. A lei obriga ainda as empresas a recolherem lixo tóxico de difícil decomposição, como baterias e pilhas.
Essa é uma vitória nossa! Essa é uma vitória do Brasil! Por isso, assim como o presidente Lula, temos pressa no projeto de regulamentação dessa lei. Fiquemos de olho para que prazo dado por Lula – de 90 dias – seja realmente cumprido.
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