terça-feira, 1 de junho de 2010

Transformando lixo em energia

Tenho notado que hoje o Estado do Rio de Janeiro, assim como outras regiões do país, passa por dois grandes problemas: a destinação do lixo e a escassez de energia elétrica. O crescimento da atividade industrial e do consumo gera, por um lado, aumento na produção de lixo e, por outro, o risco de falta de energia para atender a crescente demanda. No entanto, essas duas questões poderiam ser resolvidas com uma ação combinada: o aproveitamento de resíduos para a geração de quilowatts.

Vários países já adotam essa medida há anos e o Brasil possui um grande potencial para gerar energia elétrica a partir de resíduos sólidos. Essa medida poderia aumentar a atual oferta do país em 50 milhões de megawatt-hora por ano, o que representa mais de 15% do total atualmente disponível ou cerca de um quarto do que gera a usina hidrelétrica de Itaipu.

Reverter o lixo em energia seria uma solução não apenas econômica, mas também social. As vantagens seriam inúmeras, entre elas a diminuição dos aterros sanitários e lixões, menor produção de gases poluentes, menos risco ao meio ambiente e à saúde da população, mais economia e mais empregos. Estudos apontam que, com a implantação desse sistema, o Brasil poderia gerar uma receita em torno de R$ 9 bilhões por ano, valor que viria da conservação de energia, da venda de recicláveis e da comercialização de créditos nas emissões de gases evitadas, como o carbono o metano.

Por isso, amigos leitores, é preciso investir em iniciativas como essa. O Brasil é o país do futuro e sua energia também tem força para mudar a sociedade. Leia mais no meu site www.jimmypereira.com.

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